Missão em Sinodalidade – CNBB
A Pastoral dos Brasileiros no Exterior (PBE) é expressão da Igreja em saída, que vive a missão em sinodalidade além das fronteiras. Vinculada ao COMINA e à Comissão para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB, ela acompanha e fortalece a vida de fé das comunidades brasileiras no mundo.
Criada em 1995, a PBE nasceu para responder às necessidades espirituais e pastorais dos migrantes brasileiros, promovendo comunhão, cuidado e cooperação entre Igrejas.
É a Igreja do Brasil que caminha junto com seu povo, onde quer que ele esteja.
Objetivo da PBE
“Fortalecer a ação e a assistência, particularmente religiosa, dos brasileiros no exterior e Cooperar com as outras Conferências Episcopais na assistência pastoral aos brasileiros no exterior”.
Finalidade da PBE
Contribuir com as Igrejas locais, em articulação com as conferências episcopais dos diferentes países, para proporcionar aos brasileiros residentes no exterior a vivência inculturada do Evangelho, preservando na proporção adequada, as tradições religiosas e culturais da pátria de origem.
O por quê do acompanhamento por missionários brasileiros
O acompanhamento de missionários/as brasileiros/as junto aos compatriotas, longe de favorecer um comportamento de ‘gueto’, é uma pedagogia pastoral com “missionários que conheçam a cultura, língua, costumes e vivências. Os missionários terão o papel de dialogar com a sociedade e estimular os migrantes brasileiros a respeitar o país que os acolhe.
A afinidade, especialmente da língua num primeiro momento, é um fator que ajuda muito ao migrante que já enfrenta dificuldade de comunicação no trabalho. Escutar a Palavra, celebrar a eucaristia, rezar na própria língua é um modo de superar a solidão longe da terra natal. Este processo se dá naturalmente na inserção da vida, da língua e da Igreja local.
Migrantes Brasileiros no Exterior.
O Ministério das Relações Exteriores realizou levantamento das comunidades brasileiras residentes no exterior, tendo como referência o ano de 20221, segundo esses dados, nesse ano, de acordo com as estimativas, a comunidade brasileira no exterior ultrapassou os 4,9 milhões de cidadãos, o que equivaleria, em termos de população no Brasil, ao 13º mais populoso estado da Federação. As mais expressivas concentrações estão nos Estados Unidos, Portugal, Paraguai, Reino Unido e Japão.
Passos necessários para ser enviado em nome da PBE. 1. Ser apresentado pelo Bispo da Igreja local do missionário, ao Bispo referencial da PBE. 2. Participar do curso “ad Gentes”, em Brasília, no Centro Cultural Missionário (CCM), conferir programação em www.ccm.org.br. 3. Passar por um processo de discernimento da nova opção missionária. Não ter pressa. Não se trata só de uma “experiência missionária”, ou de um motivo para aprender uma língua, mas de um desejo verdadeiro de servir os migrantes por, no mínimo, três anos. Não cumprir o prazo prejudica a ida de outros missionários. 4. Aguardar a confirmação do processo e carta de chamada (convite), antes de se desligar da sua diocese. 5. Enviar para o Bispo que solicita a ajuda, a documentação necessária. 6. Saber um pouco de inglês (Japão, USA…) ou da outra língua, dependendo do país. Os Bispos querem que o missionário esteja bem integrado à comunidade local. 7. Tempo de permanência na missão: Japão, mínimo 6 anos; outros países, 3 anos. 8. A idade também tem a sua importância. Há Bispos que não aceitam sacerdotes com mais de 40 (Japão) ou 50 anos. O fator idade pesa na aprendizagem da língua. 9. Para as despesas da viagem intercontinental, as dioceses de partida e de chegada podem combinar. |
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